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Reabilitação pós-covid é fundamental para pacientes que estiveram internados e tiveram sequelas físicas por conta da doença

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Os números da Covid voltaram a assustar a população, ainda que a vacinação esteja avançando no país. É verdade que o número de internações e de mortes caíram muito, do auge da pandemia para cá, mas todo cuidado é pouco diante do atual crescimento de casos. O uso da máscara em ambientes fechados e da higienização das mãos com álcool 70% ainda é recomendado.

Outra questão fundamental é a reabilitação pós-covid. É muito importante que pacientes que tiveram a doença e ficaram curados, porém com algumas sequelas físicas, busquem a reabilitação pós-covid para um resultado 100% positivo. “O quadro hoje está muito mais leve, é verdade, graças, principalmente, a vacinação em massa da população. Mas muitos pacientes que tiveram internado e venceram a doença voltaram para casa com sequelas físicas, impactando na saúde e na qualidade de vida. Eles precisam de uma boa reabilitação pós-covid”, afirma o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

As principais sequelas pós-covid

Segundo o médico do CREB, as sequelas pós-covid mais comuns são alterações cardiorrespiratórias e neurológicas, fraqueza muscular, perda da mobilidade, fadiga, além de problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e distúrbios cognitivos e de memória. “Estas são as sequelas mais comuns. Há várias outras, que podem se tornar problemas crônicos, comprometendo a autonomia e a qualidade de vida da pessoa.

“O mais importante é promover um atendimento individualizado para uma boa reabilitação pós-covid. As necessidades de cada pacientes devem ser consideradas. E não há um prazo determinado, estipulado, para a reabilitação. Isso vai depender de caso a caso. No CREB, criamos protocolos específicos no atendimento de pacientes que procura reabilitação pós-covid, que podem incluir fisioterapia nas suas mais variadas formas, acupuntura, hidroterapia, RPG e outros”, define ele.

CREB é certificado como Covid Free pelo IBES Internacional

O CREB é certificado como Covid Free desde julho do ano passado, pelo IBES Internacional (Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde). Isso significa que a clínica se vale de boas práticas preventivas no enfrentamento da doença, oferecendo um ambiente seguro para seus funcionários e pacientes. Mesmo com um certo relaxamento dos números diante da escalada do ano passado, o CREB continua adotando com todo rigor todas as medidas de ouro para enfrentar a pandemia.

“Fomos e continuamos muito rigorosos com todos protocolos de biossegurança. Este entendimento nada mais é do que uma obrigação e uma responsabilidade nossa. Mantemos os protocolos que nos garante ser um estabelecimento covid free”, garante o Dr. Haim.


Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia

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Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia   Estatísticas apontam que mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são afetados pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH). A doença afeta negativamente a qualidade de vida, ca...

Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia

 

Estatísticas apontam que mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são afetados pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH). A doença afeta negativamente a qualidade de vida, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão. “A Sociedade Internacional de Continência (ICS) define a Síndrome da Bexiga Hiperativa como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. O diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, a BH é causada por vários fatores, como diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. “Doenças como o AVE podem contribuir para esse quadro. Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática”, explica.

A Bexiga Hiperativa, ressalta Waleska, tem tratamento, devendo ser cuidada o mais cedo possível. “A Fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha no trato da Bexiga Hiperativa. De natureza não invasiva e com pouquíssimas contraindicações, proporciona a reabilitação do assoalho pélvico através de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção”, finaliza a fisioterapeuta do CREB.


Vacina em pacientes portadores de Doença Reumatológica Autoimune

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É fundamental a busca de ajuda médica, principalmente do reumatologista para que a indicação da vacina seja feita de forma adequada, individualizada, contemplando aspectos da doença e do tipo de tratamento realizado por cada paciente.

A campanha nacional do Programa Nacional de Imunização da Gripe ocorrerá no período de 12 de abril a 09 de julho de 2021, sendo fundamental a adesão da população para prevenir o desenvolvimento da doença e o surgimento de complicações e também para reduzir os sintomas que podem ser confundidos com casos de COVID-19.

Pacientes reumatológicos, portadores de doença autoimune e em uso de medicação imunossupressora necessitam de orientações quanto à realização ou não da vacinação, já que alguns tipos de vacina podem levar a interação e ativação com a doença de base. 

A Sociedade Brasileira de Reumatologia formulou orientações que ajudam a esclarecer pontos referentes à vacina da gripe e a pandemia da COVID. Em uma força tarefa publicada recentemente esclarece que pacientes que já foram infectados pela COVID, podem realizar a vacinação já que até o momento não há evidências, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-CoV-2.

Além disso, também pontua que a campanha de vacinação contra a influenza vai coincidir com a da COVID-19 para pessoas contempladas no grupo prioritário. Nestas situações, é importante que seja priorizada a administração da vacina contra a COVID-19 e depois deve-se agendar a vacina contra a influenza, respeitando o intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas.

É sempre fundamental a busca de ajuda médica, principalmente do reumatologista para que a indicação da vacina seja feita de forma adequada, individualizada, contemplando aspectos da doença e do tipo de tratamento realizado por cada paciente. No CREB você conta com uma equipe de reumatologistas que podem auxiliar.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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